Noite sombria…

És o farol que me guia, nesta noite escura e chuvosa, em que dos versos faço prosa, com a luz que me alumia, dá cor à minha vida vazia, torna-a arco-íris de magia, tornando-a tão prazerosa, e esta noite com a tua luz mais formosa.
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Gela-me o sangue…

O sangue que me corre nas veias, que habita em mim paredes meias, teima em querer gelar, não sei se do Inverno a chegar, conquista as minhas ameias, arrefece-me o coração, por falta do teu toque ansiado, do teu beijo desejado, e de se entregar à paixão. Continuar a ler “Gela-me o sangue…”

Quando foi?

Quando foi que te perdeste?
Nas entrelinhas dos poemas que te atingem como um murro,
nas palavras doces que te acariciam com um sussurro,
ou pelas noites frias onde te entardeceste… Continuar a ler “Quando foi?”

Será o desejo?

Será que é mensurável o desejo,
o sentir sem conseguir controlar,
forma estranha e intensa de gostar,
que desabrocha intensamente e sem pejo?
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Respiro-te…

Respiro o teu silêncio, encanto-me com a tua voz, num desejo que se tornou atroz, de sentir na ponta dos dedos, os lábios que revelam segredos, a pele que com a minha comunica e o desejo que se intensifica. Continuar a ler “Respiro-te…”

Hoje…

Hoje não quero rimas nem poesia, ou palavras carregadas de magia, quero abrir portas e janelas, inundar-me da luz vinda delas, de aromas doces e floridos que me alimentem esta fome de sentidos e me encham de flores coloridas e belas. Continuar a ler “Hoje…”